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Crea-SP realiza força-tarefa de fiscalização em Franca e região – Hertz Noticias

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Desde a segunda-feira (6) até o dia 10 de junho, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) realiza a força-tarefa de fiscalização em sete municípios na região de Franca.

Com caráter orientativo e preventivo, a ação tem como foco assegurar a presença de profissionais habilitados à frente das atividades abrangidas pelo Conselho para garantir a segurança da população.

Estão previstas cerca de 350 diligências em Franca, Orlândia, Morro Agudo, Sales Oliveira, Nuporanga, São Joaquim da Barra e Ipuã. Nesta ação, dez agentes fiscais identificados atuam em instituições de ensino, empresas sem registro ou responsável técnico, obras de construção civil e usinas.

“Nosso objetivo é oferecer à região o melhor que temos de tecnologia para garantir maior proteção à população. A partir das nossas operações, verificamos um aumento de empresas e profissionais registrados no Conselho, reflexo da nossa atuação para conscientizar a sociedade sobre a importância de contratar um profissional habilitado na área tecnológica”, ressalta o gerente regional do Crea-SP, Eng. Araken Mutra.

Balanço do primeiro trimestre

O Crea-SP encerrou o primeiro quadrimestre de 2022 com mais de 111 mil ações de fiscalização em todo estado de São Paulo e, até o final do ano, o objetivo é chegar a 400 mil ações.

Em 2021, o Crea-SP realizou 292 mil ações de fiscalização em todo território paulista, superando em mais de 45% a meta estabelecida. Foi um recorde histórico. De 2015 a 2021, as fiscalizações do Conselho aumentaram cerca de 900%. O crescimento se deve ao uso das tecnologias para apoio às atividades, com pesquisas e apurações remotas, antes dos agentes fiscais irem a campo, e à adoção do modelo das forças-tarefas no Estado.

Denúncia

O Crea-SP abre canais em todas as unidades de atendimento para o registro de queixas, além do ; dos telefones 0800 017 18 11 ou 0800 770 27 32 e do e-mail: .

São infrações à legislação profissional: a ausência de responsável técnico em projetos, execuções ou prescrições; obras clandestinas; falta de placa na obra ou de identificação de responsável em atividades sujeitas à fiscalização; produção irregular de material ou insumo aplicáveis na Engenharia, Agronomia e Geociências; e outras situações relacionadas à violação do exercício técnico.

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